Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de Pelotas

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Intensificação do trabalho tem provocado doenças "coletivas" PDF Imprimir E-mail
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Sex, 29 de Maio de 2009 14:11

Evento realizado pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro) abordou as principais causas da intensificação do trabalho e suas consequências para os trabalhadores

Por Bianca Pyl

São Paulo (SP) - Cobranças que se aproximam do assédio moral, metas extremamente puxadas, ritmo acelerado e pagamento por produção. Essas são algumas das práticas que vêm sendo utilizadas pelos empregadores brasileiro apresentadas  durante o seminário "O processo de intensificação do trabalho sob diferentes olhares", realizado nesta quarta-feira (27), pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), órgão vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A intensificação do trabalho traz consequências para a saúde dos empregados: estudos apontam que novas doenças estão sendo desenvolvidas no trabalho.  Não se tratam de doenças individuais, ou seja, sua origem, destacam especialistas no tema, se encontra na organização do trabalho. "Em muitas ocupações, a organização é muito parecida. Há sempre o controle do tempo e a cobrança por maior produção com menor custo. Elementos da organização industrial são utilizados também no setor de serviços", aponta Selma Venco, socióloga da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

O tema da intensificação do trabalho não é muito debatido, principalmente entre as empresas. "Elas não querem evidenciar o assunto", aponta Leda Leal Ferreira, ergonomista da Fundacentro. A pesquisadora lembra que, para o movimento sindical, o assunto não é prioridade diante das duas principais bandeiras das entidades: aumento de salários e manutenção dos empregos.

"Ainda não temos definido como medir a intensidade do trabalho. O caminho talvez seja mensurar a carga de trabalho, o esforço necessário para executá-lo, a fadiga do empregado", sugere Leda. A pesquisadora afirma que a melhor forma de caracterizar o trabalho intenso é analisar o trabalho e ouvir os empregados. A ergonomista vem escutando trabalhadores há mais de 30 anos. Ela garante: eles estão trabalhando mais do que antes.

Causas e consequências
Durante o seminário foram apontadas causas da intensificação do trabalho, como a política de redução do número de funcionários, ritmos acelerados da produção, redução da jornada de trabalho mantendo a mesma produção, múltiplas funções e trabalho por produtividade. "O patrão cobra uma intensidade maior para o empregado dar conta da produção", diz Leda.

Última atualização em Qua, 15 de Julho de 2009 15:17
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Sex, 07 de Novembro de 2008 10:21

Minuano – mais uma safra com o velho fogãozinho de quatro bocas para aquecer o almoço de mais de duzentas pessoas. Que outra conclusão podemos tirar senão a de que existe o mais absoluto desprezo do dono da Minuano para com o bem estar e a dignidade de seus funcionários? Um equipamento adequado para aquecer o almoço do pessoal não custa mais de quinhentos reais, ou seja, menos de um por cento do valor do carro do dono da fábrica.

Última atualização em Qua, 19 de Novembro de 2008 08:58
 
Conservas Oderich - mais reclamações PDF Imprimir E-mail
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Qua, 01 de Outubro de 2008 16:56
O sindicato tem recebido várias reclamações de trabalhadores que tiveram que aderir, na marra, à mudança de banco imposta pela empresa em agosto. Muitos que utilizavam o Banrisul e continuam querendo manter esta conta, tiveram que passar para o Santander à contra-gosto, com custos mensais a partir de 90 dias, já que o Santander quando foi dentro das dependências da Oderich pegar a assinatura dos trabalhadores não colocou à disposição dos interessados a conta-salário. Na busca do direito de ter uma conta-salário no Santander, precisam deslocarem-se do Fragata ou Jardim América para a Fernando Osório (local da agência do banco). A reclamação é de que a gerência do Santander tem dificultado aos trabalhadores a mudança de conta. Muitos tem voltado da agência sem resolver o problema criado pelo consórcio Oderich/Santander. O sindicato alerta que todos tem direito à conta bancária sem custos e óbviamente sem privilégios como talão de cheques, etc., bem como também tem o direito de que o banco transfira o pagamento depositado pela empresa para a conta que o trabalhador indicar, igualmente sem custos.
Diante da dificuldade relatada pelos trabalhadores o sindicato tomará as medidas jurídicas necessárias para que este direito seja garantido.
Última atualização em Qui, 30 de Outubro de 2008 11:14
 
Frigorífico Mercosul PDF Imprimir E-mail
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Qui, 25 de Setembro de 2008 11:04
Excesso de jornada. Funcionários de alguns setores estão tendo sua jornada de trabalho estendida até depois das 18h. Como o almoço é por volta do meio dia e o frigorífico não oferece lanche, o pessoal padece de fome e cansaço. Menos mal que não tem banco de horas, como queriam alguns, assim, ao menos as horas extras são pagas.
 
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